segunda-feira, 18 de abril de 2016

E se fosse eu?

Vamos falar sobre os refugiados:
os refugiados são pessoas como nós que tiveram que fugir, porque o seu país está em guerra.
E se tivesses que fazer uma mochila em 5 minutos para fugir?
Nós fizemos uns trabalhos com a fotografia de uma mochila onde desenhámos o que para nós seria o mais importante levar, na hora de fugir.

Rita Márquez e Mar Castro 3ºA


E se fosse consigo?

       No passado dia 18/04/2016 vi um programa, na SIC, depois do Jornal da Noite,  intitulado "E se fosse consigo?", que me fez recordar o trabalho que tínhamos feito em aula sobre os refugiados.
       Na primeira edição deste programa o tema foi o racismo. Convidaram vários atores desconhecidos de modo a encenarem um episódio de suposto racismo, na rua, com o objetivo de ver as reações das pessoas. 
       No episódio, uma adolescente (branca) apresenta o namorado (negro) ao pai e o pai discute com ela pelo simples facto de o namorado ser negro. As pessoas demonstraram surpresa, pela sua expressão facial, mas não intervieram perante essa discriminação.
       Será que gostariam que isto acontecesse convosco? 
       Somos todos seres humanos, com diferentes características. Não é por isso que devemos julgar alguém.


Manuel Coimbra, 5º C

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Visita a um veleiro

            VISITA A UM VELEIRO

Visitei um veleiro cujo dono é um arquiteto que emprestou o barco ao Sr. Manuel Gomes Martins, o primeiro português a dar uma volta ao mundo em solitário.

          O veleiro tem três camarotes. Todos têm cama de casal, armários e dois deles uma casa de banho. A casa de banho duas portas, uma para entrar desde o camarote e outra desde a sala.
Este barco tem uma cozinha e quando estás a navegar com coisas ao lume, existe uma espécie de apoio para quando há uma onda, alguma inclinação ou quando atraca o barco e se mexe. Esse apoio situa-se à volta da panela. São uns metais apoiados numas gradezinhas.

            O Manuel, ou seja, o navegante, tem que ver as previsões de cada dia, porque quando o vento muda, troca o barco de posição e pode levá-lo a um sítio completamente desconhecido. Ele tem um mapa do mundo, do Atlântico e da profundidade do mar.
 Quando quer comunicar com alguém (a família, um colega ou até a policia marítima) o Manuel tem um rádio que dá para comunicar com quase todo o mundo e um telefone de satélite.

No exterior do barco há duas rodas de leme, uma mesa e uns bancos. Há também um mastro muito grande e na proa há muitos cabos a aguentar a vela maior: metais, cordas, ferros etc...
É muito giro e interessante!

María Maíllo, 5º C
 

 

 

terça-feira, 8 de março de 2016

A Rádio Renascença veio ao nosso colégio!!!

 


No dia 25 de fevereiro, alguns alunos da primária estiveram no Departamento de Língua Portuguesa onde foram entrevistados pela Rádio Renascença (RR). A jornalista chamava-se Miriam Gonçalves e era muito divertida.
Fez-nos algumas perguntas engraçadas que nos fizeram rir, mas muitos de nós não estávamos à espera de perguntas daquele tipo.
Acho que é uma boa iniciativa da Rádio Renascença ir a várias escolas entrevistar crianças para um programa, "Trocado por miúdos".
Eu gostei, e acho que a jornalista também se divertiu e aprendeu muito espanhol connosco!

Luís Torres

No link, que segue imediatamente abaixo, conseguimos ouvir alguns dos nossos alunos a responderem às perguntas que a jornalista Miriam lhes fez!






Voluntariado Teresa de Saldanha

 
 
Achei a apresentação de dia 17/02/2016 muito interessante. A Marta Machado esteve em Timor a fazer voluntariado, ou seja, esteve a ajudar pessoas em Timor.
O que ela fez foi muito bondoso e foi um ato solidário. A Marta esteve a dormir lá vários dias e explicou-nos como foi. "Foi algo marcante" disse "O mais impressionante era como se ajudavam entre eles pois não eram competitivos, pareciam todos uma só família".
Ela e a sua equipa do VTS levaram medicamentos às pessoas que não conseguiam obtê-los, ensinaram crianças, que não têm oportunidade de ter professores sempre disponíveis para eles, e deixaram lá ficar lápis de cor, canetas...
"São artistas" acrescentou "passar o dia todo a olhar para a paisagem deve estimular-lhes a imaginação ".
A Marta disse que acolhiam os visitantes fazendo uma dança com trajes especiais na qual ofereciam um "Tais", uma cinta de tecido para pôr ao pescoço.
Mas antes de nos explicar isto tudo sobre a sua estância naquele país, ensinou-nos várias coisas, entre as quais o que era o voluntariado e o que é o Voluntariado Teresa Saldanha.
No final da apresentação, vimos e tocámos nuns objetos que comprou lá: dois crocodilos de lã, um "Tais" e uma mala.
Foi inesquecível!

Beatriz Pinho 5ºC


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Escrita criativa


Os nossos alunos de 3º ano de primária são bastante criativos na hora de escreverem. Vejam este exemplo...


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

"Open day": visitas às rádios RFM, MegaFM e RR.

No dia 12 de fevereiro de 2016 a D. Begoña Íñiguez, mãe do aluno Tiago Barcia, proporcionou ao alunos uma visita ao "Open day" das rádios RFM, MegaFM e RR.  Foi uma experiência fantástica! Nunca tinha percebido, ao certo, como era uma rádio, mas com esta atividade todas as minhas dúvidas ficaram esclarecidas, pois visitámos vários estúdios, vimos e ouvimos emissões em direto e também participámos em algumas. Alguns alunos foram entrevistados e até apareceram na TV, na SIC Caras. Também conhecemos o Nilton, que deu autógrafos a todos os que  lhe pediram, a Mia Rose, entre muitas outras pessoas.
Adorei a experiência! E todos os outros alunos também.
Espero que possamos voltar um dia.
Rafael Romero, 5º C


 

 



A partir destes links conseguimos visualizar o quanto os nossos alunos se divertiram!

http://rfm.sapo.pt/content/1/39007/foi_assim_o_open_day_na_rfm

https://www.facebook.com/rfmoficial/photos/a.86396477922.85433.53498842922/10154330983697923/?type=3&__mref=message_bubble

https://www.facebook.com/rfmoficial/?pnref=story&__mref=message_bubble

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Oficina de escrita

Na quarta-feira veio à escola uma senhora chamada Antonella contar-nos uma história sobre uma árvore chamada Paulino, que, na verdade, inicialmente, era um rapaz que tinha nascido com o cabelo verde e ninguém sabia porquê. Os pais descobriram que o cabelo do Paulino era relva quando um dia foram fazer um piquenique ao campo e uma cabra comeu o seu cabelo.
A situação foi piorando, pois o Paulino chegou a ter uma grande árvore na sua cabeça. No entanto, isso não foi um problema para ele, pois as pessoas gostavam de estar em baixo dele para, nos dias de calor, terem sombra e ,nos outros dias, poderem abrigar-se da chuva.
Passados muitos anos, o Paulino envelheceu e faleceu, mas a árvore continuou viva. Por isso, enterraram-no na praça, para que ali continuasse a sua presença.
Diz-se que o Paulino está em alguma aldeia na Itália e ouve todos os segredos que as pessoas lhe contam.
Foi a partir desta história que escrevemos alguns segredos que agrafámos numas folhas verdes para pendurar no Paulino. Sabemos que ele não contará a ninguém!
Fizemos também alguns livros pequeninos. Neles podemos escrever ou pedir que nele escrevam elogios ou reclamações...
Em breve continuaremos esta oficina de livros e faremos uma pequena biblioteca de aula.



 

 

 


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